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Os 8 princípios da recuperação baseados nas bem aventuranças de Matheus 5

Reconheço que não sou Deus. Admito que sou impotente para controlar minha tendência de fazer as coisas erradas e que a minha vida está fora de controle.

“Felizes os que sabem que são espiritualmente pobres.” Mt. 5.3

 

Eu acredito de todo o coração que Deus existe, que Ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.

“Felizes os que choram, pois Deus os consolará.” Mt. 5.4

 

Conscientemente escolho confiar toda minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.

“Felizes os humildes.” Mt. 5.5

 

Unilateral e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.

“Felizes os que têm o coração puro.” Mt. 5.8

 

Peço, humildemente, que Deus remova meus defeitos de caráter e, voluntariamente,  submeto-me a cada mudança que Ele queira fazer em minha vida.

“Felizes os que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus.” Mt. 5.6

 

Examino todos os meus relacionamentos, oferecendo perdão àqueles que me fizeram mal e reparando os danos que causei a outras pessoas, exceto quando fazê-lo provocaria mais danos a essas pessoas ou a terceiros.

“Felizes os que têm misericórdia dos outros. Felizes os que trabalham pela paz entre as pessoas.” Mt. 5.7

 

Reservo, diariamente, um tempo com Deus para autoavaliação, leitura da Bíblia e oração, a fim de conhecer a Deus e a Sua vontade para minha vida e obter a força para segui-la.

“Felizes as pessoas que trabalham pela paz” Mt. 5.9

 

Entrego-me a Deus a fim de ser usado para levar essas boas novas a outros, tanto pelo meu exemplo quanto pelas minhas palavras.

“Felizes os que sofrem perseguição por fazerem a vontade de Deus.” Mt. 5.10

Celebrando a Recuperação

TODOS PRECISAMOS DE RECUPERAÇÃO

O fato de que temos uma espiritualidade é tão evidente quanto o fato de que temos um corpo. O poeta Mario Quintana traduziu isso quando disse: “A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.”

O problema é que, no decorrer da vida (e às vezes até muito cedo), essa alma vai sofrendo feridas, abusos, passa a temer o mundo, passa a temer os outros, passa a tentar controlar as pessoas ao seu redor  e desenvolve uma série de mecanismos autodestrutivos. Chamamos isso de “dobras da alma”. A alma, que deveria ser um fluxo constante de amar a Deus, amar a si e amar ao próximo, acaba tendo dobras que impedem o amor de fluir livremente em nossas vidas.

 

O Celebrando a Recuperação é esse exercício de olhar esse fluxo e entender o que aconteceu para esse fluxo parar. Em que momento eu parei de amar? Quais são os medos que me fazem querer controlar as pessoas ao meu redor? Quais são as feridas que me impedem de refazer laços?

Quando olhamos para dentro de nós mesmos e nos reconectamos com Deus, vamos aos poucos desdobrando a alma e voltando a amar. Não tenho a menor dúvida em afirmar que Jesus é tudo o que você precisa. O Celebrando é apenas uma ferramenta para direcionar nosso olhar, organizar nossos pensamentos e viabilizar o encontro de pessoas que estão juntas caminhando na mesma direção.

Até hoje, além de Jesus, não conheci ninguém que não se beneficiaria com o Celebrando a Recuperação. A boa notícia é que Deus não desistiu de nós e Ele tem um profundo interesse em nos amar e nos capacitar para cooperarmos com Ele em sua grande missão de resgatar a humanidade.

Sidney Costa